Visitar Londres é mergulhar numa cidade cheia de história, bairros com identidade própria e alguns dos monumentos mais conhecidos da Europa. Entre palácios, mercados, museus e ruas icónicas, a capital britânica consegue combinar tradição e modernidade como poucas cidades.
Apesar de haver sempre mais para ver, a verdade é que Londres pode ser visitada em 2, 3, 4 ou 5 dias, dependendo do ritmo da viagem e do que pretendes incluir no roteiro. Há quem escolha um fim de semana mais curto e quem prefira vários dias para explorar a cidade com mais calma.
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Quantos dias para visitar Londres?
Ao longo deste artigo, mostramos o que visitar em Londres, como organizar um roteiro de 2 a 5 dias, onde ficar, quando ir e várias dicas práticas para aproveitares melhor a viagem.
Londres ajusta-se bem a diferentes durações. Com 2 dias, já consegues conhecer alguns dos pontos mais emblemáticos da cidade. Com 3 dias, o roteiro fica mais equilibrado e permite explorar Londres com menos pressa. A partir de 4 ou 5 dias, há tempo para combinar os clássicos com bairros, museus e visitas mais descontraídas.
Na nossa opinião, 4 dias é a duração ideal para visitar Londres. Dá para ver bastante, sem que a viagem se transforme numa corrida contra o tempo.
O que precisas de saber antes de visitar Londres
Antes de entrares no roteiro, há algumas coisas que vale a pena saber para organizar melhor a viagem.
- Vais usar metro e caminhar bastante. Mesmo com um roteiro bem montado, há sempre vários percursos a pé entre estações, atrações e bairros. Levar calçado confortável faz diferença.
- Londres é uma cidade cara. Alojamento, refeições, transportes e entradas podem pesar no orçamento, por isso convém planear a viagem com alguma margem.
- Revolut e contactless dão muito jeito. Como os pagamentos são feitos em libras, usar um cartão como o Revolut pode ajudar a evitar taxas menos vantajosas. Se tiver contactless, também o podes usar diretamente nos transportes públicos.
- Escolher bem a zona do hotel ajuda muito. Não tens de ficar no centro absoluto, mas vale a pena procurar uma zona com boa ligação ao metro.
- Não tentes ver tudo em poucos dias. O melhor é organizar o roteiro por zonas, em vez de andar constantemente de um lado para o outro.
Visitar Londres: roteiro de 2 dias
Antes de começarmos o roteiro, deixamos abaixo o mapa com as atrações de cada dia em Londres, separadas por cor para ser mais fácil perceber a lógica do percurso.
Dia 1 em Londres
Para o primeiro dia em Londres, sugerimos um percurso bastante clássico, mas que funciona muito bem numa primeira visita. A ideia é juntar algumas das zonas mais conhecidas da cidade, aproveitar tudo o que dá para fazer a pé e entrar no ritmo de Londres sem complicar demasiado o roteiro.
Big Ben e Parlamento
Começar o dia em Westminster é quase inevitável numa primeira visita a Londres. É aqui que encontras uma das imagens mais conhecidas da cidade, com o Big Ben, o Palácio de Westminster e toda a envolvente junto ao rio Tamisa.
Mesmo com bastante movimento, continua a ser um daqueles lugares que sabe bem ver ao vivo. Vale a pena caminhar sem pressa por esta zona, apreciar a vista e aproveitar para tirar algumas fotografias logo no início do roteiro.
Abadia de Westminster
Logo ao lado do Big Ben, a Abadia de Westminster é uma paragem quase inevitável nesta zona de Londres. Mesmo sem entrar, vale a pena abrandar o passo e olhar com atenção para a fachada, que ajuda a dar ainda mais força a este início de roteiro.
Nós acabámos por vê-la apenas por fora e seguir caminho. Pelo meio, ainda passámos pela Catedral de Westminster, que foge um pouco à imagem mais clássica da cidade e pode interessar a quem gosta de arquitetura ou de igrejas.
Nesta zona encontras um dos spots mais clássicos para fotografar em Londres, com a cabine telefónica vermelha e o Big Ben ao fundo. Costuma ter fila, mas o resultado compensa.
St. James’s Park
Depois da zona de Westminster, o percurso continua por St. James’s Park, um dos parques mais agradáveis de Londres e uma passagem muito natural neste primeiro dia. Entre árvores, lago e caminhos amplos, esta zona contrasta bastante com o ambiente mais urbano dos pontos anteriores.
Pelo caminho, ainda passámos pela zona dos Horse Guards, onde é comum ver os cavalos e toda aquela envolvente mais cerimonial associada à cidade. Também nesta área fica Downing Street, a rua onde se encontra a residência oficial do Primeiro-Ministro britânico, normalmente fechada ao público e com forte presença policial.
Palácio de Buckingham
A partir de St. James’s Park, chega-se facilmente ao Palácio de Buckingham, uma das paragens mais clássicas deste primeiro dia em Londres. A zona costuma ter sempre bastante movimento e acaba por ganhar ainda mais destaque para quem visita a cidade pela primeira vez.
No nosso caso, chegámos mesmo a tempo de apanhar a Changing of the Guard, o que tornou esta paragem ainda mais interessante. Esta cerimónia costuma acontecer às 11h00, em dias selecionados, por isso o ideal é confirmar sempre o calendário oficial antes da visita. Como atrai muita gente, também compensa chegar com alguma antecedência.
Trafalgar Square
Em Trafalgar Square, Londres já se sente de forma diferente, com mais movimento e aquela energia típica do centro da cidade. É uma zona por onde muita gente passa, mas onde vale a pena parar alguns minutos para olhar em volta e absorver melhor o ambiente.
Como fomos na altura do Natal, esta parte soube-nos ainda melhor. Gostámos do ambiente do mercado e de ver esta zona mais composta, com outra vida e outro encanto. Se visitares Londres nessa época, vale a pena contar com esse extra, porque faz diferença na experiência.
Covent Garden
Antes de chegar a Covent Garden, ainda vale a pena passar por Leicester Square, uma zona muito ligada aos teatros, aos cinemas e ao ambiente mais animado do West End. Para quem quer assistir a um musical ou simplesmente ver uma das áreas mais movimentadas do centro de Londres, faz sentido incluir esta passagem no percurso.
A poucos minutos dali, Covent Garden já convida a abrandar o ritmo. Entre lojas, restaurantes, artistas de rua e toda a envolvente, é uma zona agradável para passear sem grande pressa e terminar este primeiro dia num ambiente mais descontraído.
No Natal, tanto Leicester Square como Covent Garden ganham ainda mais vida, com mercados e decorações que tornam esta parte do roteiro especialmente bonita nessa altura do ano.
Se ainda tiveres tempo para prolongar este passeio, Chinatown fica mesmo ali ao lado e encaixa bem como paragem rápida nesta zona do centro de Londres.
Piccadilly Circus e Regent Street
Já mais para o final do dia, esta zona funciona muito bem para sentir um lado mais movimentado e mais luminoso de Londres. Em Piccadilly Circus, os ecrãs, o trânsito, as luzes e toda a agitação à volta criam um ambiente muito próprio, sobretudo quando já começa a escurecer.
A poucos minutos dali, Regent Street prolonga esse ambiente, mas de forma mais elegante e mais virada para lojas e passeio. Se visitares Londres no Natal, esta parte do roteiro ganha ainda mais impacto por causa das iluminações, que acabam por transformar completamente a zona.
Dia 2 em Londres
No segundo dia, o roteiro passa por uma zona diferente de Londres, com mercados, miradouros, ruas históricas e alguns dos contrastes mais interessantes da cidade. Este percurso mistura pontos muito conhecidos com outros que ajudam a ver Londres de outra perspetiva.
Catedral de São Paulo
A catedral impõe-se nesta parte de Londres e acaba por marcar bastante a paisagem à volta. Mesmo sem entrar, vale a pena parar e olhar com atenção para o edifício e toda a envolvente.
Mesmo ao lado, compensa subir ao One New Change, um centro comercial com terraço e uma vista muito boa para a catedral e para a cidade. É uma daquelas dicas simples que melhora bastante esta paragem, sobretudo para quem gosta de procurar perspetivas diferentes. Outra vista que funciona muito bem aqui é a da Millennium Bridge, junto ao Tamisa. Daqui, a catedral fica muito bem enquadrada e é um bom ponto para fotografar antes de continuar o percurso.
Leadenhall Market
Leadenhall Market foi uma das paragens de que mais gostámos nesta zona de Londres, sobretudo pela arquitetura e pelo ambiente. Entre arcadas, estrutura metálica e detalhes coloridos, acaba por ser um daqueles espaços que fogem um pouco ao ritmo mais apressado da cidade.
Para quem gosta de Harry Potter, há ainda um motivo extra para passar por aqui, já que este mercado costuma ser associado ao universo do Diagon Alley. Mesmo sem essa referência, continua a ser um sítio muito bonito para incluir no roteiro e uma boa pausa antes de seguir para as zonas mais movimentadas junto à Torre de Londres.
Torre de Londres
Ver a Torre de Londres no meio de uma cidade tão moderna cria logo um contraste curioso. Entre edifícios recentes, trânsito e toda a agitação desta zona, a presença do castelo acaba por chamar ainda mais a atenção e dá outra personalidade ao percurso.
Mesmo para quem não entra, vale a pena passar por aqui e caminhar um pouco junto ao rio. Esta zona tem uma vista muito bonita e funciona bem para abrandar alguns minutos antes de seguir para a Tower Bridge.
Tower Bridge
Depois de tantos filmes, séries e imagens desta ponte ao longo dos anos, chegar à Tower Bridge acaba por ter sempre outro peso. É um daqueles lugares que já conhecemos do imaginário de Londres, mas que ao vivo conseguem na mesma impressionar.
Entre o Tamisa, a envolvente desta zona e a escala da própria ponte, tudo aqui ajuda a tornar a paisagem ainda mais marcante. Foi uma das paragens em que sentimos mais essa sensação de finalmente estar a ver ao vivo um cenário tão associado à cidade.
Borough Market
O Borough Market traz outra energia ao roteiro. Assim que nos aproximamos, percebe-se logo que não é só mais um mercado de rua. O espaço é grande, estende-se por vários corredores e zonas cobertas, e o facto de parte dele crescer por baixo das linhas férreas dá-lhe um ambiente muito próprio.
Entre bancas, cheiros, gente a almoçar em pé e um ambiente mais descontraído, é um dos melhores sítios para fazer uma pausa e sentir um lado diferente de Londres. Mesmo sem grandes planos, é fácil encontrar qualquer coisa que apeteça provar, pois há muita variedade e o difícil acaba por ser escolher.
Para nós, funcionou muito bem como paragem a meio do dia.
Sky Garden
Para fechar este segundo dia, o Sky Garden pareceu-nos a melhor escolha. Ao contrário de outros miradouros da cidade, aqui o ambiente é mais descontraído e a experiência acaba por saber melhor, com zona interior ajardinada, espaço para sentar, café e tempo para aproveitar a vista com mais calma.
Foi uma forma muito boa de terminar o dia, já com outro ritmo e com uma perspetiva diferente sobre Londres. Além da vista, gostámos precisamente do facto de não ser apenas um miradouro, mas um espaço onde apetece ficar mais um pouco antes de regressar ao hotel.
A entrada é gratuita, mas convém reservar com antecedência, porque os horários mais procurados esgotam depressa.
Se vais ficar mais dias em Londres, outra opção gratuita para ver a cidade de cima é o Horizon 22. Tal como o Sky Garden, também exige reserva antecipada, por isso convém marcar com alguma antecedência.
Dia 3 em Londres
Para o terceiro dia, faz sentido explorar uma zona diferente de Londres, com bairros mais residenciais, mercado, parque e um museu que vale mesmo a pena incluir no roteiro. É um dia mais leve em termos de ritmo, mas continua a ser bastante completo.
Notting Hill e Portobello Road
A manhã começou em Notting Hill, mas, para sermos sinceros, o que mais nos ficou na memória foi mesmo a zona de Portobello Road. As casas coloridas são giras e ajudam a dar aquele imaginário mais conhecido do bairro, mas é tudo muito rápido de ver e não foi propriamente a parte mais marcante da visita.
O ambiente muda mais quando se entra na zona do mercado, com muito mais movimento, lojas, bancas e gente a passear sem pressa. Foi aí que esta paragem ganhou realmente mais graça para nós. Mais do que ir à procura de uma rua específica, aqui o melhor é caminhar sem pressa e aproveitar toda a envolvente.
Hyde Park
Depois de Notting Hill e Portobello Road, o percurso continua em direção ao Hyde Park, uma das zonas verdes mais conhecidas de Londres. É um parque enorme, por isso não é preciso tentar ver tudo. Basta aproveitar o passeio e usar esta passagem como ligação natural para a zona dos museus.
Se visitares Londres na altura do Natal, vale a pena saber que é aqui que acontece o Winter Wonderland, um dos mercados de Natal mais conhecidos da cidade. Para além das bancas, há muitas atrações, diversões e atividades pensadas para todas as idades, por isso esta zona ganha outra energia nessa época do ano. O evento costuma decorrer entre meados de novembro e o início de janeiro, mas é pago e obrigada a reserva de data e hora.
Natural History Museum
O Natural History Museum foi uma das visitas de que mais gostámos em Londres. O edifício impressiona logo à entrada, mas o mais interessante acaba por ser mesmo o que encontras lá dentro: dinossauros, fósseis, pedras preciosas, animais, vulcões, terramotos e várias exposições que tornam a visita apelativa mesmo para quem não costuma incluir muitos museus no roteiro.
É também um daqueles sítios onde o tempo passa depressa. Se quiseres ver o museu com alguma calma, o melhor é contar com pelo menos duas a três horas, porque há mesmo muito para explorar.
A entrada no Natural History Museum é gratuita, mas compensa reservar o bilhete online com antecedência, sobretudo nas épocas mais concorridas. Assim, evitas filas maiores e entras com mais facilidade.
Dia 4 em Londres
O quarto dia traz uma Londres diferente, com um lado mais alternativo, mais cultural e mais virado para o ambiente da cidade.
Camden Town
Camden mostra um lado de Londres bem diferente do resto do roteiro. Aqui, tudo parece mais intenso, mais visual e menos polido, desde as fachadas das lojas aos detalhes espalhados pelas ruas. É uma zona que chama a atenção precisamente por fugir da imagem mais clássica da cidade.
No nosso caso, o mais interessante não foi uma atração específica, mas sim o conjunto. Há sempre muita coisa a acontecer, muitos recantos para explorar e aquela sensação de que vale mais a pena andar sem pressa do que tentar seguir um percurso fechado.
O Camden Market acaba por concentrar grande parte desse ambiente e funciona muito bem para passar algum tempo, sobretudo se quiseres parar para almoçar ou simplesmente explorar a zona com calma.
The British Museum
O Museu Britânico é uma daquelas visitas que facilmente ocupam boa parte do dia.
O grande átrio central impressiona bastante e acaba por ser um dos espaços mais bonitos do museu, sobretudo pela cobertura em vidro e pela forma como tudo se organiza à volta daquele núcleo principal.
A partir daí, o espaço divide-se em muitas salas e exposições, com peças de diferentes épocas e partes do mundo. Entre os destaques estão múmias egípcias, esculturas, joias, objetos do mundo islâmico e vários outros núcleos que tornam a visita muito completa.
A coleção permanente tem entrada gratuita, e o museu recomenda reservar bilhete online com antecedência, sobretudo para ter prioridade de entrada nos períodos mais concorridos.
O Museu Britânico é enorme, por isso o melhor é escolher apenas algumas salas e visitar com calma. Para quem não liga muito a história, tentar ver tudo pode tornar a visita cansativa.
Soho
Soho acaba por entrar bem no roteiro mais pela localização e pelo ambiente à volta do que por uma atração específica. É uma zona muito central, com muitos restaurantes, lojas, teatros e bastante movimento, por isso funciona bem para fechar o dia sem grandes desvios.
Para quem gosta de musicais, esta é também uma boa área para incluir um espetáculo no West End, já que muitas das salas mais conhecidas ficam por aqui ou muito perto daqui. Mesmo que não vás ver nenhum, continua a ser uma zona prática para passear um pouco e jantar antes de regressar ao alojamento.
Dia 5 em Londres
Se tiveres 5 dias em Londres, este último dia pode ser aproveitado de forma mais flexível, consoante o tipo de viagem que queres fazer. Em vez de continuar com um roteiro mais clássico dentro da cidade, aqui já pode fazer sentido escolher uma experiência mais temática ou até uma escapadinha fora de Londres.
Harry Potter Studio Tour
Para quem gosta do universo de Harry Potter, esta pode ser uma das experiências mais marcantes para incluir na viagem. A visita aos Warner Bros. Studios ocupa boa parte do dia e costuma compensar mais a quem já sabe que este é um dos pontos altos da viagem.
Ao longo da visita, consegues ver cenários, adereços, figurinos e vários bastidores ligados aos filmes, por isso acaba por ser muito mais do que uma atração rápida. Como é uma visita bastante procurada, o ideal é reservar com muita antecedência.
Bath
Se a ideia for sair de Londres por um dia, Bath é uma das escapadinhas mais fáceis e mais bonitas de fazer. A cidade tem uma escala muito diferente, é fácil de explorar a pé e funciona bem para quem quer ver uma Inglaterra mais clássica, com arquitetura elegante e um ritmo bastante mais calmo.
É uma boa escolha para quem já viu bastante de Londres e prefere usar este quinto dia para variar totalmente de cenário. Sendo uma viagem simples de comboio, acaba por ser uma das opções mais práticas para um passeio de ida e volta.
Como chegar a Londres?
Londres tem vários aeroportos e isso faz bastante diferença na logística da viagem. Antes de marcar os voos, vale a pena olhar não só para o preço, mas também para a distância ao centro e para o tempo que vais perder nas deslocações.
Heathrow
Se chegares a Heathrow, uma das opções mais práticas para entrar em Londres é a Elizabeth Line, um comboio urbano moderno que liga o aeroporto a várias zonas centrais da cidade. Pode ser uma boa escolha para quem quer chegar ao centro sem gastar tanto como no transfer mais rápido.
Outra possibilidade é o Heathrow Express, um comboio direto entre o aeroporto e Paddington Station, uma das grandes estações ferroviárias de Londres. Esta é a opção mais rápida, mas também mais cara. A partir de Paddington, depois podes continuar de metro ou táxi para a zona do hotel.
Gatwick
No caso de Gatwick, a opção mais simples costuma ser o Gatwick Express, um comboio direto até Victoria Station, outra das principais estações de Londres. Para quem fica numa zona central ou bem servida por metro, costuma ser uma chegada bastante prática.
Stansted
Se aterrares em Stansted, o mais comum é usar o Stansted Express, um comboio que liga o aeroporto a Liverpool Street Station, no centro de Londres. Dependendo da zona onde vais ficar, também pode ser útil sair em Tottenham Hale e continuar de metro.
Luton
Para Luton, a ligação mais prática costuma ser feita de comboio até St Pancras International, no centro de Londres. Antes disso, é preciso apanhar o Luton DART, um shuttle automático que liga o terminal do aeroporto à estação ferroviária. Parece mais complicado do que realmente é, mas convém contar com esse passo extra.
O que compensa mais?
De forma geral, Heathrow e Gatwick costumam ser os aeroportos mais cómodos para quem vai ficar em Londres. Stansted e Luton aparecem muitas vezes em voos mais baratos, mas ficam mais afastados e obrigam a transferes mais longos. Na prática, o melhor é olhar sempre para o conjunto: preço do voo, aeroporto de chegada, custo do transporte e tempo total até ao hotel.
Como circular em Londres?
Circular em Londres é mais simples do que pode parecer à primeira vista. A cidade é enorme, mas os transportes funcionam bem e acabam por tornar as deslocações bastante práticas, sobretudo se combinares metro com percursos a pé. Na maioria dos casos, vais usar o metro várias vezes ao longo do dia. É a forma mais rápida de chegar entre zonas mais afastadas e funciona muito bem para ligar bairros, mercados, museus e áreas mais centrais da cidade.
Para quem visita Londres, a forma mais prática de pagar os transportes costuma ser com cartão contactless ou através da Oyster Card. No nosso caso, faz todo o sentido usar diretamente um cartão como o Revolut, porque além de permitir pagar em libras, também pode ser usado no metro e noutros transportes sem complicações.
Os autocarros também podem ser úteis em alguns percursos, sobretudo se quiseres ver mais da cidade pelo caminho. Ainda assim, para um roteiro como este, o metro continua a ser a opção mais rápida e eficiente.
Vais caminhar bastante
Mesmo com o metro, há uma coisa que convém ter em mente: em Londres anda-se bastante a pé. Entre estações, atrações, parques, mercados e ruas mais movimentadas, é normal somar vários quilómetros por dia sem dar por ela.
Por isso, mais do que planear ao detalhe cada ligação, o ideal é entrar já na viagem com essa expectativa. Levar calçado confortável faz mesmo diferença, sobretudo num artigo como este, onde muitos dos roteiros foram pensados para aproveitar zonas inteiras da cidade.
Compensa alugar carro?
Para visitar Londres, não vemos qualquer vantagem em alugar carro. Entre o trânsito, o custo, o estacionamento e a boa rede de transportes, acaba por ser uma preocupação desnecessária. Para a maioria dos viajantes, metro e caminhadas é mais do que suficiente para aproveitar bem a cidade.
Quando visitar Londres?
Londres é uma cidade que funciona bem em qualquer altura do ano, mas a melhor época para visitar depende muito do tipo de viagem que queres fazer. De forma geral, os meses de primavera e início do outono costumam ser dos mais equilibrados, porque as temperaturas são mais agradáveis para caminhar e os dias já permitem aproveitar bem a cidade.
No verão, os dias são mais longos e a cidade tem outro ritmo, mas também é uma altura mais concorrida. Já no inverno, os dias são mais curtos e frios, embora Londres ganhe um ambiente muito especial na altura do Natal, com iluminações, mercados e várias zonas decoradas.
Convém apenas ir com uma expectativa realista em relação ao tempo. Em Londres, o céu pode mudar bastante ao longo do mesmo dia, por isso dá sempre jeito levar um casaco leve ou um impermeável, mesmo fora dos meses mais frios.
Visitar Londres: seguro de viagem
Apesar de Londres ser um destino europeu e bastante seguro, o seguro de viagem continua a ser altamente recomendável. Entre atrasos ou cancelamentos de voos, extravio de bagagem ou mesmo uma ida inesperada ao hospital, os imprevistos acontecem quando menos se espera.
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Visitar Londres: requisitos viagem
Para viajantes portugueses, a entrada no Reino Unido continua a ser relativamente simples, mas há alguns pontos importantes a ter em conta.
Passaporte
Desde o Brexit, não é possível entrar no Reino Unido com Cartão de Cidadão. É obrigatório viajar com passaporte válido durante toda a estadia.
ETA (Autorização Eletrónica de Viagem)
Para viajar para o Reino Unido, os cidadãos portugueses já precisam de obter uma ETA (Electronic Travel Authorisation) antes da partida. Este sistema funciona de forma semelhante ao ESTA dos Estados Unidos. O pedido é feito online, tem um custo associado e deve ser tratado com alguma antecedência para evitar problemas no embarque ou à chegada. Após a aprovação, a ETA fica ligada eletronicamente ao passaporte e é válida para múltiplas entradas durante o período definido pelas autoridades britânicas.
👉 Dica importante: faz o pedido apenas no site oficial do governo do Reino Unido, para evitares sites intermediários que cobram taxas adicionais desnecessárias.
⚠️ As regras podem mudar, por isso recomendamos sempre verificar a informação mais recente no site oficial do governo britânico antes da viagem.
Onde dormir em Londres?
Encontrar alojamento em Londres nem sempre é fácil, sobretudo tendo em conta aquilo que muitos hotéis oferecem face ao preço. Ao longo da pesquisa, é normal encontrar hotéis com valores bastante elevados, por isso a escolha da zona acaba por pesar quase tanto como o próprio alojamento.
Para quem quer ficar no centro – Se a ideia for estar perto de muitas das atrações e perder menos tempo em deslocações, faz sentido procurar alojamento em zonas mais centrais, como Covent Garden, Soho, Westminster ou South Kensington. A grande vantagem é a localização, mas isso também se reflete no preço, que tende a ser mais alto.
Para quem procura melhor relação entre preço e localização – No nosso caso, acabámos por ficar em Fulham, e foi uma solução que funcionou bem. Não é uma zona central, por isso há sempre algum tempo perdido em deslocações, mas em compensação tinha bom acesso ao metro, o que acabou por facilitar bastante a viagem. Para quem quer equilibrar orçamento e localização, este tipo de zona pode fazer mais sentido do que insistir no centro.
Para quem quer poupar mais – Se o objetivo for baixar o custo do alojamento, o mais importante é garantir que o hotel ou apartamento fica perto de uma estação de metro. Em Londres, o barato nem sempre compensa se isso significar deslocações demasiado longas, zonas pouco práticas ou uma envolvente que tire conforto à viagem.
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Onde comer em Londres?
Comer em Londres nem sempre foi a parte mais fácil da viagem. Entre preços altos, muitos espaços muito virados para fast food e várias opções de franchising, nem sempre achámos simples encontrar refeições que fossem ao mesmo tempo práticas, rápidas e minimamente equilibradas.
Na maioria dos dias, acabámos por privilegiar sítios onde desse para comer sem perder demasiado tempo, até porque queríamos aproveitar bem a cidade. Nesse sentido, fomos várias vezes ao Pret A Manger, precisamente por ser uma solução rápida, relativamente prática e com opções um pouco mais leves do que outras alternativas mais comuns em Londres.
Ainda assim, Londres foi uma das cidades onde sentimos mais dificuldade em encontrar um equilíbrio entre preço, conveniência e qualidade.
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